quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Salvaterra de Magos: Camião espalha presuntos na Estrada Nacional 118


«A carga de um camião que transportava presuntos cedeu esta manhã, pelas 5.00, à saída da Rotunda do Campino, em Salvaterra de Magos, quando se deslocava no sentido de Santarém.

O camião começou a travar mesmo à saída da rotunda mas não conseguiu equilibrar a carga que transportava e o reboque cedeu, deitando alguns presuntos para a Estrada Nacional 118.

Não resultou qualquer ferido do acidente. Um novo camião chegou por volta das 7.30, mas o transbordo da carga só começou a ser feito por volta das 9.00 já que o camião teve de ser em primeiro lugar estabilizado para evitar mais acidentes.

A via onde está o camião está cortada ao trânsito, mas a GNR está a encaminhar os condutores para uma via alternativa, não existindo qualquer problema no fluxo do trânsito. As causas do acidente ainda estão por apurar.»


in DN online, 25-01-2012

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Abate ilegal de 500 sobreiros em Salvaterra de Magos


«Foram abatidos mais de 500 sobreiros adultos sem autorização em Salvaterra de Magos nas últimas semanas. O abate ilegal desta árvore que se tornou símbolo nacional, a 22 de Dezembro, aconteceu numa área florestal junto à povoação de Buinheira, em Foros de Salvaterra, avançou ao SOL Domingos Patacho, da Quercus.




«Recebemos uma denúncia e fomos ao local averiguar o que estava a acontecer. Há centenas de árvores adultas abatidas, ainda no terreno», explica o responsável pelas florestas da associação de conservação da Natureza, lembrando que se trata de uma árvore protegida por lei. «A Quercus constatou que os sobreiros abatidos estavam verdes e não se encontravam cintados (com tinta branca) como refere a legislação, so que significa que não houve autorização de abate da Autoridade Florestal Nacional (AFN )», nota Domingos Patacho.

O responsável da Quercus questionou ainda o Director Regional das Florestas de Santarém para perceber se existia alguma autorização, e a resposta foi negativa, pelo que estamos «perante um tremendo abate ilegal», como notou o autor da denuncia na missiva enviada à Quercus. Este abate é «um verdadeiro atentado contra a Natureza e a preservação de uma árvore que referenciamos como símbolo Nacional», considera, alertando para a necessidade de tomar medidas contra os autores. Mas a identidade dos autores do abate é ainda desconhecida. Já o objectivo do corte, suspeita-se que seja a instalação de um pivô de rega, pelo que Domingos Patacho acredita tratar-se de um proprietário da zona.

Quercus exige interdição de alteração do uso do solo

A Associação ambientalista já denunciou o abate ao Serviço de Protecção da Natureza e Ambiente (SEPNA) da GNR e contactou a Câmara de Salvaterra de Magos para esclarecer «eventuais interesses de conversão da floresta para uso agrícola ou urbanístico na zona».

A Quercus exige, agora, um «inventário geográfico rigoroso» do corte ilegal de sobreiros com o levantamento da respectiva multa. Devido ao risco de continuar o corte ilegal dos sobreiros, os ambientalistas apelam ainda «ao reforço da fiscalização das autoridades» e exigem a «interdição da alteração do uso do solo no povoamento de sobreiros pelo período de 25 anos», como está definido pela lei.»


in SOL online, 12-01-2012

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Benavente: Fernando Fonseca e Hilário Ferreira condenados a 8 e 9 anos de prisão


«O Tribunal de Benavente condenou esta quarta-feira Fernando Fonseca, líder do grupo que estava acusado de 27 assaltos à mão armada, a nove anos e meio de prisão e aplicou a pena de oito anos e meio a Hilário Ferreira, um dos elementos do grupo.

A dois outros arguidos  (num total de seis), o colectivo de juízes aplicou  a pena suspensa de um ano e seis meses e um ano e três meses, ambos por  um crime de detenção de arma proibida e absolveu os restantes dois arguidos. 
     
Na leitura do acórdão, a presidente do colectivo disse "lamentar não  poder condenar todos os arguidos", que, no seu entender "cometeram os assaltos,  mas que não ficaram todos provados" ocorridos, entre 2009 e 2010, a portagens,  postos de abastecimento de combustível, caixas multibanco e supermercados,  na zona Centro.»



in CM online, 21-12-2011

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Benavente: Arguido Joaquim Miguel Borges chama “vaca" e "puta" a juíza

Quando ouviu a condenação a seis anos de prisão, pela prática de 17 crimes, Joaquim Miguel Borges, de 21 anos, dirigiu-se à juíza do Tribunal de Benavente, com palavras ofensivas como "vaca" e "p...". A leitura do acórdão decorreu sexta-feira e o arguido exaltou-se quando se apercebeu de que ia para a cadeia, ao contrário do que esperava.

No final da audiência, levantou-se do banco dos réus e, aos gritos, dirigiu as palavras ofensas à juíza-presidente do colectivo. Joaquim Miguel Borges, que estava em prisão preventiva, ainda tentou saltar o gradeamento de madeira e avançar para os juízes e procurador do MP, mas foi impedido pelos guardas prisionais.

No final do incidente, a juíza-presidente proferiu um despacho em que ordena a extracção de uma certidão sobre os acontecimentos e seu envio para o MP, para instauração de um processo contra o arguido.

O jovem estava acusado de crimes de roubo, furto, injúrias, coacção sobre agente da autoridade e condução perigosa, entre outros. A soma das penas dava 15 anos de prisão, reduzidos a seis em cúmulo jurídico.



in CM online, 20-12-2011

domingo, 18 de dezembro de 2011

Foros de Salvaterra: “Desemprego levou-o a assaltar o banco”

«Desempregado e a atravessar uma depressão psiquiátrica, Nelson Moreira teve "um verdadeiro momento de loucura", no primeiro crime que cometeu na vida. Tentou assaltar à mão armada a dependência do Millennium BCP de Samora Correia, sexta-feira de manhã, disfarçado de pescador.



Quem o diz são os familiares do assaltante, de 37 anos, que ontem foi presente ao Tribunal de Vila Franca de Xira. Vai agora aguardar julgamento em prisão preventiva.

Para o irmão de Nelson Moreira, que reside em Foros de Salvaterra, Salvaterra de Magos, e pediu para não ser identificado, "tudo isto é surreal", reconhece ao CM.

Operador de gruas de profissão, Nelson Moreira sofreu um acidente de trabalho que lhe provocou lesões na coluna há cerca de um ano e ficou sem emprego logo a seguir. "O facto de não conseguir arranjar trabalho para sustentar a família deixou-o muito abalado e deprimido", explica o irmão, acrescentando que ele andava fortemente medicado e cada vez mais isolado.

"Mas nunca passou pela cabeça de ninguém que ele fosse capaz de pensar em fazer uma coisa destas. O desemprego levou-o a assaltar o banco", acrescentou o familiar, garantindo desconhecer que Nelson tinha uma arma. Na aldeia ribatejana, a maioria dos habitantes ficaram incrédulos. "Conheço-o desde miúdo. Apesar de gostar de motas e de fazer tatuagens, é bom rapaz e nunca o vi metido em confusões", disse ao CM um morador de Foros de Salvaterra. "A família é bastante respeitada."»



in CM online, 18-12-2011