sexta-feira, 16 de julho de 2010

Freguesia do Granho


É a freguesia mais recente do concelho, criada em 1988. Os seus terrenos pertenciam à Casa Cadaval, prestigiada Casa Agrícola que absorvia toda a mão de obra desta população.

Caracterizada por uma forte componente agrícola, onde a orizicultura teve um papel principal, o Granho foi ganhando contornos. Apesar de não haver imponentes monumentos, o Granho fez-se a si próprio. O Povo construiu a sua história com muito esforço e luta, desbravou matos e arroteou terras. É uma freguesia em franco desenvolvimento.




in http://www.cm-salvaterrademagos.pt/

Ponte Rainha Dona Amélia, Muge: Movimento pelo Tejo questiona se Convenção de Albufeira está a ser cumprida




Lisboa, 15 jul (Lusa) - O Movimento pelo Tejo (PROTEJO) pediu medições dos caudais do rio para avaliar se está a ser cumprida a Convenção de Albufeira pelos governos português e espanhol.

O pedido surgiu face a informações de que atualmente os caudais do rio Tejo estão em "níveis muito inferiores ao normal", referiu o movimento, que agrega 31 organizações e mais de mil pessoas.

A PROTEJO solicitou, nomeadamente, ao Ministério do Ambiente, informação sobre a medição de caudais semanais, mensais e trimestrais em Fratel, em Cedilho e na Ponte de Muge entre outubro de 2009 e julho de 2010.
Texto Lusa, 15-7-2010
Imagem in Google

quinta-feira, 15 de julho de 2010

António Carvalho Pereira semeia legumes com a boca e vai vendê-los ao mercado de cadeira de rodas

Um homem de 52 anos, portador de deficiência, que se desloca com a ajuda de uma cadeira de rodas, semeia legumes com a boca e vai vender os produtos aos sábados frente ao mercado de Salvaterra de Magos.

O trabalho de António Carvalho Pereira é feito no alpendre da casa térrea da família, numa zona rural do concelho, onde vive com a mãe. Instalado na cadeira de rodas eléctrica - comprada a prestações com o dinheiro que poupou da pensão - António Pereira dedica-se à plantação de couve e alface nos pequenos cubículos de cuvetes.

Usa o cabo de um pincel que lhe ofereceram, com um ferro aplicado na extremidade, para executar um trabalho de precisão. Cada uma das sementes é empurrada cuidadosamente para dentro da terra com a ajuda do utensílio que segura entre dentes.

Às 7h10 da manhã, todos os sábados, António deixa a casa e inicia um percurso lento de quatro quilómetros até ao mercado que demora 45 minutos a fazer. O mais difícil é superar em cadeira de rodas a estrada em terra batida que o leva até à nacional. Depois vai percorrendo a berma da 118, seguindo ao seu ritmo.


in O Mirante online, 13-7-2010
Veja o vídeo aqui:

Freguesia da Glória do Ribatejo





A origem da Glória do Ribatejo remonta ao séc. XIV, quando o Rei D. Pedro I manda edificar em 1362 uma igreja, como demonstra a lápide medieval ainda hoje presente na fachada deste templo. Em 1364, o mesmo monarca concede-lhe uma carta de privilégios, com enormes isenções e liberdades, com o intuito de facilitar o povoamento desta nova localidade.

Vivendo essencialmente da agricultura, pastorícia e outras actividades mais rudimentares, a Glória do Ribatejo desenvolveu uma cultura muito peculiar que a diferenciou das restantes freguesias do concelho.

Com uma identificação cultural muito marcante, construída no dia a dia desta população, ainda hoje é possível observar nesta povoação costumes ancestrais. Uma das razões apontadas para a preservação destes valores prende-se com a endogamia. No passado, ao evitar casamentos com outras pessoas de outras localidades, este povo conservou genuinamente os usos e costumes dos seus antepassados.

Apesar de ser assediada por outros valores, a Glória do Ribatejo soube sempre respeitar a sua identidade cultural, motivo pelo qual esta vila ainda hoje se orgulha de respirar tradição.


quarta-feira, 14 de julho de 2010

Freguesia de Foros de Salvaterra



A história dos Foros de Salvaterra está intimamente ligada ao processo de aforamento que foi iniciado em 1845, pela Junta de Paróquia de Salvaterra de Magos. Este processo teve como principal objectivo o desbravamento de matos e arroteamento dos solos para cultivo.
A divisão das parcelas de terrenos em foros originou novas formas de explorar a terra, o que permitiu a fixação da população neste local. A juntar à enorme fertilidade dos solos, foi construída em 1934 a Barragem de Magos, que também contribuiu para o desenvolvimento agrícola, permitindo assim um novo sistema de exploração da terra - o regadio.

Em 1984, graças ao desenvolvimento alcançado, a povoação é elevada a freguesia, desanexando-se de Salvaterra de Magos.